Verificar e-mail vazado

Análise indicativa com foco em privacidade. Não consultamos todas as bases de vazamento existentes.

Privacidade em primeiro lugar: não exibimos dados sensíveis completos, não publicamos suas informações automaticamente e usamos mascaramento sempre que possível.

O Desconfiei fornece uma análise indicativa e não consulta todas as bases públicas ou privadas de vazamento. Resultado negativo não garante que seus dados estejam seguros.

O Desconfiei fornece uma análise indicativa baseada em sinais de risco. O resultado não é uma confirmação definitiva de fraude ou segurança. Sempre confirme informações em canais oficiais.

E-mail exposto: por onde o dano começa

O e-mail é a porta dos fundos de quase tudo. Quem controla sua caixa de entrada consegue redefinir a senha da maioria dos serviços, porque é para lá que vai o link de recuperação. Por isso ele merece a proteção mais forte que você tem, acima até da senha do banco.

Vazamento de e-mail raramente é o problema em si: o endereço não é segredo. O problema é a senha que vazou junto. E o dano se multiplica quando a mesma senha foi reaproveitada em outros serviços, porque o ataque seguinte é automático — testam o par e-mail e senha em dezenas de sites de uma vez.

Esta página não consulta todas as bases de vazamento existentes e não confirma que houve exposição. Um resultado sem alerta não significa que sua senha esteja segura.

Sinais de alerta

  • Login de local ou aparelho desconhecido

    Provedores de e-mail mantêm um histórico de atividade. Verifique a lista de dispositivos e sessões ativas e encerre o que não reconhecer.

  • Regra de encaminhamento que você não criou

    É a manobra mais silenciosa que existe: o invasor cria uma regra que encaminha suas mensagens para o endereço dele e mantém acesso mesmo depois de você trocar a senha. Vá às configurações e revise encaminhamento e filtros.

  • E-mails de recuperação de senha que você não pediu

    Indicam que alguém está testando suas credenciais em outros serviços. Troque a senha dos serviços citados e ative a verificação em duas etapas.

  • Mensagens sumindo ou marcadas como lidas sozinhas

    Especialmente e-mails de banco e de confirmação. Invasor costuma apagar rastro para você não perceber a movimentação.

  • Você reaproveita a mesma senha em vários serviços

    Não é sintoma, é a condição que transforma um vazamento pequeno em problema grande. Se a resposta for sim, trate como urgente independentemente de qualquer outro sinal.

Se você já caiu

  1. 1

    Troque a senha do e-mail primeiro, antes de qualquer outra, e use uma senha exclusiva que não exista em nenhum outro lugar.

  2. 2

    Ative a verificação em duas etapas, de preferência com aplicativo autenticador em vez de SMS.

  3. 3

    Revise as regras de encaminhamento e os filtros. É o passo mais esquecido e o que permite ao invasor continuar lendo tudo depois da troca de senha.

  4. 4

    Encerre todas as sessões ativas e revogue o acesso de aplicativos de terceiros que você não reconhece ou não usa mais.

  5. 5

    Troque a senha de todo serviço onde você usava a mesma senha, começando pelo banco e pelas redes sociais.

Perguntas frequentes

Esta ferramenta confirma se meu e-mail vazou?

Não. A análise é indicativa e não consulta todas as bases públicas ou privadas de vazamento. Resultado sem alerta não garante que suas credenciais estejam seguras. Use como orientação de próximos passos, não como diagnóstico.

Meu e-mail apareceu em vazamento. Preciso trocar de endereço?

Quase nunca. O endereço em si não é segredo e trocar traz muito transtorno. O que importa é a senha: troque por uma exclusiva, ative verificação em duas etapas e confira as regras de encaminhamento.

Por que revisar regras de encaminhamento?

Porque é assim que um invasor mantém acesso depois que você troca a senha. A regra copia suas mensagens para o endereço dele em silêncio. Trocar a senha sem remover a regra não resolve o problema.

Autenticador é mesmo melhor que SMS?

Sim, na maioria dos casos. O código por SMS pode ser capturado em troca de chip, que é um ataque relativamente comum no Brasil. O aplicativo autenticador gera o código no próprio aparelho, sem passar pela operadora.

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